Ao longo de 13 anos, a Semana Socioambiental da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) consolidou-se como um espaço de reflexão, formação e mobilização diante dos grandes desafios socioambientais contemporâneos. A iniciativa reúne diferentes áreas do conhecimento e diferentes setores da sociedade para promover o diálogo sobre sustentabilidade, justiça socioambiental, mudanças climáticas, direitos humanos, proteção dos territórios e cuidado com a Casa Comum.
Em sua 13ª edição, a Semana Socioambiental amplia sua atuação com a realização do I Seminário Nacional sobre Educação Ambiental, Direitos Humanos e Direitos da Natureza, articulado com a Província dos Jesuítas do Brasil, a Articulação Brasileira pelos Direitos da Natureza e organizações de todo o Brasil.
Realizado de 15 a 18 de setembro de 2026, no Recife, o evento propõe um espaço de convergência entre conhecimentos acadêmicos, saberes populares e tradicionais, experiências comunitárias e incidência política. A programação reúne mesas-redondas e oficinas vivenciais para discutir temas como educação ambiental crítica, justiça climática, direitos dos povos e comunidades tradicionais, Direitos da Natureza, políticas públicas e defesa dos territórios.
O objetivo central é fortalecer o diálogo, a articulação em rede e a produção coletiva de conhecimentos entre diferentes atores comprometidos com a promoção dos Direitos Humanos e dos Direitos da Natureza, a educação crítica e a construção de alternativas socioambientais sustentáveis.
Inspirado por uma perspectiva humanista e pela tradição educativa jesuíta, o evento reafirma o compromisso da Unicap com a produção de conhecimento voltada à transformação social e com a formação integral de pessoas comprometidas com a justiça, a sustentabilidade e a construção de um futuro mais humano e solidário.
Faça parte dessa transformação!
Faça parte dessa transformação!
Mesas, oficinas, exposições e atividades especiais ao longo dos quatro dias.
O ESCOFES é um projeto de extensão vinculado ao Instituto Humanitas Unicap. A iniciativa tem como objetivo promover e fortalecer práticas de economia solidária, articulando formação, comercialização e valorização de iniciativas populares de geração de trabalho e renda.
O projeto constitui um espaço de encontro entre produtores, artesãos, empreendedores solidários e a comunidade acadêmica, incentivando práticas baseadas na cooperação, na autogestão e na sustentabilidade. Dessa forma, o ESCOFES contribui para a formação cidadã e para o fortalecimento de redes solidárias, aproximando universidade e sociedade.
Mais do que um espaço de comercialização, o ESCOFES se configura como um ambiente de formação, diálogo e construção coletiva, reafirmando o compromisso da universidade com o desenvolvimento social, a dignidade do trabalho e a promoção de uma economia centrada nas pessoas.
A construção do olhar fotográfico documental acontece à medida em que o fotógrafo se permite inserir em determinadas realidades e deixar-se afetar por ela. Ao fazer isso, aprende a agradecer essa entrega generosa do outro ao se abrir para o olho mágico de sua câmera.
Este encontro entre fotógrafo e fotografado gera uma imbricação de tempos, espaços e experiências que serão tangíveis por meio do registro visual. O ensaio fotográfico que abre esta exposição e as atividades deste espaço do Museu da Universidade Católica de Pernambuco, denominado “Sobre Vivências”, procura contar a história dessa relação que ocorreu durante os anos de 2010 e 2011 no Estuário de Rio Formoso, pequena cidade do litoral sul pernambucano, a 89 quilômetros de Recife.
Um trabalho que começou despretensioso, mas que pouco a pouco a etnografia realizada ao longo desses quase dois anos foi revelando a importância do papel feminino para a continuidade da prática pesqueira daquela comunidade de pescadores e se concluiu com uma exposição no XIV Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (Colacmar), em novembro de 2011.
Os vários encontros com aquelas mulheres, em sua maioria marisqueiras, foram revelando a delicada malha de sentidos construída ao longo da história daquele grupo social que se dá ali, nas ondulações das águas acolhedoras do manguezal.
Sentidos que alimentam várias práticas sociais e que marcam as vivências e sobrevivências de adultos, jovens e crianças. Para contar sobre essas histórias de vida, o fotógrafo Paulo Maia optou por desenvolver o trabalho sob uma perspectiva etnográfica e elaborar visualmente uma estética em preto e branco, a fim de enfatizar as formas, contrastes e belezas ali encontradas.
São tantas histórias de vida que se cruzam pelas vias do mangue. Tantas lutas diárias. Tantos sonhos banhados por suas águas, fazendo o mangue se tornar uma espécie de fonte de energia criadora e criativa para essas mulheres que saem de suas casas em barco ou caminhando em meio às rasas margens do rio em busca de seu pão de cada dia.
São mulheres que, ao educar seus filhos nessa tradição, garantem a sobrevivência não somente de uma prática laboral, mas de todo um conjunto de valores, de símbolos, de hábitos, de uma cosmovisão, de formas de pensar e de construir sua própria história.


Doutora e Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela UFRJ/Museu Nacional e especialista em formação em Data Science, IA & Analytics (MBA USP/ESALQ), atua como Professora e Pesquisadora na Unicap, onde coordena o Museu de Arqueologia e Ciências Naturais e o Núcleo de Pesquisa em Arqueologia e História Natural. Atua com gestão de projetos e análise avançada de dados para resolver desafios em biociências, inovação e salvaguarda patrimonial. Com liderança em P&D, atua na interface entre ciência, tecnologia e impacto social. Possui experiência em gestão de acervos, modelagem de dados, bioestatística, monitoramento ambiental e tecnologias emergentes em Ciência e Cultura. Além de atuar pela equidade de gênero na ciência com o projeto Menina Faz Arte, Ciência e Cultura e em redes internacionais de cooperação.

Museóloga formada pela UFPE e atuo desde 2019 no Museu de Arqueologia e Ciências Naturais da UNICAP (MUSARQ/UNICAP), onde desenvolve e coordena ações de gestão museológica, conservação e documentação de acervos, pesquisa, exposições, projetos expográficos e educação museal. Sua experiência inclui inventários, catalogação, laudos técnicos, conservação preventiva, curadoria e desenvolvimento de ações educativas voltadas à arqueologia, às ciências naturais e ao patrimônio. No MUSARQ, também atua na coordenação da Divisão Museal, contribuindo para projetos de preservação, pesquisa, comunicação e valorização do patrimônio.
Esta mesa de abertura apresenta um panorama nacional dos Direitos da Natureza, abordando sua trajetória histórica, fundamentos filosóficos, avanços jurídicos e desafios contemporâneos. A atividade promoverá o diálogo entre referências acadêmicas, lideranças indígenas e representantes de movimentos sociais, destacando como as cosmopercepções dos povos originários e tradicionais contribuem para uma compreensão relacional da vida, baseada na interdependência entre seres humanos e não humanos. Ao mesmo tempo, serão discutidas situações concretas de injustiça socioambiental vivenciadas em Pernambuco e no Brasil, evidenciando a necessidade de novos paradigmas éticos, jurídicos e políticos capazes de reconhecer a Natureza como sujeito de direitos e de fortalecer a defesa dos territórios e das comunidades que deles dependem.
Pós doutorado em Direitos da Natureza pela URFPE; mestre e especialista em Direito Ambiental; especialista do Programa Harmony with Nature (Harmonia com a Natureza) da ONU; advogada e educadora, arteterapeuta em formação, fundadora da OSCIP MAPAS.
Doutor em Notório Saber pela UPE, poeta, escritor e contador de histórias de entroncarias. Faz no território Xukuru uma agricultura encantada por cosmonucleação regenerativa.
Jornalista pela UFPE e repórter do site Marco Zero.
Psicólogo (PUC-RS), doutor em Ciências Sociais (Unisinos), pós-doutor em Justiça Socioambiental em Contextos de Desastres e Emergências (Fiocruz), secretário executivo do Observatório Nacional de Justiça Socioambiental (OLMA) e coordenador da Cátedra Laudato Si' (Unicap).
Vivência conduzida pela Articulação Brasileira pelos Direitos da Natureza (ABDN) que convida participantes a experienciar, por meio do corpo, da escuta sensível e da livre expressão, caminhos de reconexão consigo mesmos, com os outros seres humanos e com a Natureza. Em um contexto marcado pela aceleração da vida urbana, pelo distanciamento dos ciclos naturais e pela crise ecológica global, a atividade propõe uma experiência transformadora capaz de despertar pertencimento, cuidado, reciprocidade e responsabilidade compartilhada diante da teia da vida. Mais do que uma oficina, trata-se de um convite para experimentar outras formas de existência e relação com o mundo.
Pertence ao povo Yepã Masã, da região do Alto Rio Negro, no Amazonas. Mãe, advogada e ativista, sua trajetória é marcada pela defesa intransigente das causas indígenas e pelo reconhecimento jurídico da natureza como sujeito de direitos. Atualmente, integra a Articulação Brasileira pelos Direitos da Natureza e atua na Impact Coalition e na Nature Y Rights Brasil, coordenando projetos que buscam alternativas sustentáveis e resilientes para os territórios ancestrais.
Arte-educador comunitário, artista plástico, criador de dança, teatro, videomaker e escritor, enraizado na Amazônia urbana desde 1999. Pós-graduou-se em Pedagogia Teatral, dedicando 45 anos à busca de eco-pedagogias de transformação coletiva e formação Bem Viver, em colaboração com jovens em risco, escolas, universidades, sindicatos e comunidades sem terra, indígena e ribeirinha. O Instituto Transformance lançou o atual projeto Viveiro Bem Viver: formação, cura e direitos das águas através das artes em 2021.
Espaço formativo e de troca de saberes dedicado à compreensão dos desafios socioambientais da cidade do Recife diante da intensificação das mudanças climáticas. A oficina promoverá o encontro entre conhecimentos técnicos, experiências comunitárias e práticas educativas desenvolvidas pela Defesa Civil e pelo Laboratório de Inovação para Mudanças Climáticas e Sustentabilidade (LIMCS). A partir de exemplos concretos de prevenção, adaptação e resposta a desastres, os participantes serão convidados a refletir sobre o papel estratégico da Educação Ambiental na construção de comunidades resilientes, capazes de reduzir vulnerabilidades e fortalecer vínculos solidários diante das emergências climáticas.
Formada em Serviço Social pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB); mestrado profissional em Políticas Públicas - MPPP pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE; MBA em Gestão de Riscos e Desastres e Mudanças Climáticas pela Universidade Católica de Pernambuco - Unicap; especialização em Gestão de Riscos e Emergência de Desastres pela Faculdade de Ciências Humanas - ESUDA. Trabalha na Secretaria Executiva de Defesa Civil do Recife - SEDEC na função de gerente de Atenção Social.
Doutora em Desenvolvimento Urbano, professora e pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco, atuando no Mestrado Profissional em Direito e Inovação e no LIMCS, com pesquisas em mudanças climáticas, resiliência urbana, desastres e sistemas de indicadores.
Geólogo. Coordenador do Laboratório de Inovação para Mudanças Climáticas e Sustentabilidade (LIMCS) da Unicap. Docente da UPE. Membro da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental de Pernambuco. Desde 2022 atua na formação dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil do Recife.
As mudanças climáticas vêm ampliando a frequência e a intensidade de eventos extremos que impactam especialmente populações vulnerabilizadas. Esta mesa busca discutir como os Direitos da Natureza e a Educação Ambiental crítica podem contribuir para a prevenção de desastres, a promoção da justiça climática e a construção de territórios resilientes. A partir de experiências internacionais, nacionais e locais, serão debatidas estratégias de enfrentamento, adaptação e reconstrução, valorizando o protagonismo das comunidades afetadas e destacando a importância de políticas públicas que articulem proteção ambiental, direitos humanos e redução de riscos.
Graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1989), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1992), doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (1996) e pós-doutorado pelo Programa de Ciências Ambientais da Universidade de São Paulo (2007-2008). Pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Ministério da Saúde, coordenador do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde da Fiocruz.
É graduada em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), especialista em Intervenção Psicossocial em Grupos em Situação de Risco pela FAFIRE e Master Business (MB) em Mudanças Climáticas, Emergências e Desastres pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). É analista de Defesa Civil e atua como gerente geral de Atenção Social da Secretaria Executiva de Defesa Civil do Recife (SEDEC), com experiência na gestão de riscos e desastres, atenção social, resposta a emergências e proteção das populações em situação de vulnerabilidade.
Professora Adjunta do Departamento de Ciências Geográficas da UFPE. Atua nos seguintes temas: gestão de risco e de desastres, climatologia geográfica e geotecnologias aplicadas à análise da paisagem e modelagem ambiental.
Cientista social, pesquisadora e coordenadora de Engajamento Territorial da Rede GERA.
Geólogo. Coordenador do Laboratório de Inovação para Mudanças Climáticas e Sustentabilidade (LIMCS) da Unicap. Docente da UPE. Membro da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental de Pernambuco. Desde 2022 atua na formação dos Núcleos Comunitários de Proteção e Defesa Civil do Recife.
O ESCOFES é um projeto de extensão vinculado ao Instituto Humanitas Unicap. A iniciativa tem como objetivo promover e fortalecer práticas de economia solidária, articulando formação, comercialização e valorização de iniciativas populares de geração de trabalho e renda.
O projeto constitui um espaço de encontro entre produtores, artesãos, empreendedores solidários e a comunidade acadêmica, incentivando práticas baseadas na cooperação, na autogestão e na sustentabilidade. Dessa forma, o ESCOFES contribui para a formação cidadã e para o fortalecimento de redes solidárias, aproximando universidade e sociedade.
Mais do que um espaço de comercialização, o ESCOFES se configura como um ambiente de formação, diálogo e construção coletiva, reafirmando o compromisso da universidade com o desenvolvimento social, a dignidade do trabalho e a promoção de uma economia centrada nas pessoas.
A construção do olhar fotográfico documental acontece à medida em que o fotógrafo se permite inserir em determinadas realidades e deixar-se afetar por ela. Ao fazer isso, aprende a agradecer essa entrega generosa do outro ao se abrir para o olho mágico de sua câmera.
Este encontro entre fotógrafo e fotografado gera uma imbricação de tempos, espaços e experiências que serão tangíveis por meio do registro visual. O ensaio fotográfico que abre esta exposição e as atividades deste espaço do Museu da Universidade Católica de Pernambuco, denominado “Sobre Vivências”, procura contar a história dessa relação que ocorreu durante os anos de 2010 e 2011 no Estuário de Rio Formoso, pequena cidade do litoral sul pernambucano, a 89 quilômetros de Recife.
Um trabalho que começou despretensioso, mas que pouco a pouco a etnografia realizada ao longo desses quase dois anos foi revelando a importância do papel feminino para a continuidade da prática pesqueira daquela comunidade de pescadores e se concluiu com uma exposição no XIV Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (Colacmar), em novembro de 2011.
Os vários encontros com aquelas mulheres, em sua maioria marisqueiras, foram revelando a delicada malha de sentidos construída ao longo da história daquele grupo social que se dá ali, nas ondulações das águas acolhedoras do manguezal.
Sentidos que alimentam várias práticas sociais e que marcam as vivências e sobrevivências de adultos, jovens e crianças. Para contar sobre essas histórias de vida, o fotógrafo Paulo Maia optou por desenvolver o trabalho sob uma perspectiva etnográfica e elaborar visualmente uma estética em preto e branco, a fim de enfatizar as formas, contrastes e belezas ali encontradas.
São tantas histórias de vida que se cruzam pelas vias do mangue. Tantas lutas diárias. Tantos sonhos banhados por suas águas, fazendo o mangue se tornar uma espécie de fonte de energia criadora e criativa para essas mulheres que saem de suas casas em barco ou caminhando em meio às rasas margens do rio em busca de seu pão de cada dia.
São mulheres que, ao educar seus filhos nessa tradição, garantem a sobrevivência não somente de uma prática laboral, mas de todo um conjunto de valores, de símbolos, de hábitos, de uma cosmovisão, de formas de pensar e de construir sua própria história.


Doutora e Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela UFRJ/Museu Nacional e especialista em formação em Data Science, IA & Analytics (MBA USP/ESALQ), atua como Professora e Pesquisadora na Unicap, onde coordena o Museu de Arqueologia e Ciências Naturais e o Núcleo de Pesquisa em Arqueologia e História Natural. Atua com gestão de projetos e análise avançada de dados para resolver desafios em biociências, inovação e salvaguarda patrimonial. Com liderança em P&D, atua na interface entre ciência, tecnologia e impacto social. Possui experiência em gestão de acervos, modelagem de dados, bioestatística, monitoramento ambiental e tecnologias emergentes em Ciência e Cultura. Além de atuar pela equidade de gênero na ciência com o projeto Menina Faz Arte, Ciência e Cultura e em redes internacionais de cooperação.

Museóloga formada pela UFPE e atuo desde 2019 no Museu de Arqueologia e Ciências Naturais da UNICAP (MUSARQ/UNICAP), onde desenvolve e coordena ações de gestão museológica, conservação e documentação de acervos, pesquisa, exposições, projetos expográficos e educação museal. Sua experiência inclui inventários, catalogação, laudos técnicos, conservação preventiva, curadoria e desenvolvimento de ações educativas voltadas à arqueologia, às ciências naturais e ao patrimônio. No MUSARQ, também atua na coordenação da Divisão Museal, contribuindo para projetos de preservação, pesquisa, comunicação e valorização do patrimônio.
Recife é uma cidade profundamente moldada pela presença das águas, mas enfrenta desafios crescentes relacionados à urbanização, às enchentes, à desigualdade socioespacial e às disputas em torno da gestão hídrica. Esta mesa pretende refletir sobre os desafios contemporâneos da água no contexto urbano, discutindo temas como saneamento básico, gestão pública, privatização, justiça ambiental e participação social. Articulando perspectivas técnicas, comunitárias e acadêmicas, a atividade busca ampliar o debate sobre o direito à cidade e sobre a necessidade de reconhecer rios, manguezais e ecossistemas urbanos como elementos centrais para a qualidade de vida e a sustentabilidade das cidades.
Engenheiro, funcionário da Compesa há 19 anos onde é membro do Conselho de Administração da Companhia e fiscalizou o processo de concessão do sistema de saneamento de Pernambuco à iniciativa privada.
Presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Pernambuco e coordenadora nacional do Movimento Luta de Classes.
Economista e mestra em Administração e Desenvolvimento Rural pela UFRPE, com MBA em Planejamento e Gestão Ambiental pela UPE. Integra o Coletivo Nossos Biomas de Bonito - PE, trabalhando ações sobre os direitos da natureza, proteção dos biomas e empreendedorismo feminino.
Arquiteta e Urbanista, mestra em Projeto, Arquitetura e Meio Ambiente e analista de projetos na Áries.
Jesuíta, doutor em Ciências Sociais, compõe a coordenação do Fórum das Águas do Amazonas, professor da Unicap.
A água é um elemento essencial à vida, mas também um dos bens mais disputados na atualidade. Esta oficina reunirá lideranças comunitárias, movimentos sociais, pesquisadores e defensores dos territórios para compartilhar experiências de resistência frente à privatização, contaminação, mercantilização e apropriação dos recursos hídricos. Percorrendo diferentes biomas brasileiros, os participantes conhecerão iniciativas inspiradoras de mobilização social e defesa das águas como patrimônio comum dos povos e da Natureza, fortalecendo uma compreensão da água não como mercadoria, mas como sujeito de proteção e cuidado coletivo.
Educadora Popular Cultural e Ambiental, coordenadora do Comitê Popular do Rio Paraguai/Pantanal, militante das Águas e do Clima.
Filósofo e Teólogo, Educador Popular Biocultural, coordenador do Comitê Popular do Rio Paraguai/Pantanal e ativista ambiental.
Doutoranda em Informática pela UFAM, pesquisadora em IoT para sustentabilidade e coordenadora do Fórum das Águas do Amazonas.
Ambientalista, integrante da Coordenação Executiva do Fórum das Águas e militante do Movimento dos Atingidos por Barragens.
Professora de Língua Portuguesa, especialista em Língua Portuguesa e Literatura, pedagoga com especialização em Coordenação e Orientação Escolar. Atualmente exerce a função de Coordenadora Pedagógica do Instituto Educacional da Amazônia Pará (IEAP) e é uma das coordenadoras do Projeto Guardiões Ambientais Ribeirinhos.
Jesuíta, professor e pesquisador, com atuação em temas relacionados à justiça socioambiental, ecologia integral e direitos da natureza.
Oficina vivencial que utiliza a fotografia como ferramenta de sensibilização ambiental e de ampliação do olhar sobre os seres e processos naturais. A atividade busca provocar uma pausa nos automatismos do cotidiano e estimular uma percepção mais atenta e afetiva das múltiplas formas de vida presentes nos espaços que habitamos. Por meio da observação, da contemplação e do registro fotográfico, os participantes serão convidados a desenvolver vínculos de pertencimento, respeito e cuidado com a Natureza.
A oficina aborda conceitos fundamentais de composição fotográfica para pessoas interessadas em aprimorar o olhar e produzir imagens mais expressivas da natureza. A programação também contará com um momento de prática fotográfica utilizando o celular. Os participantes poderão experimentar os conceitos apresentados, observar o ambiente com mais atenção e desenvolver novas formas de registrar paisagens, plantas, detalhes e demais elementos da natureza.
Material necessário: Smartphone
Fotógrafa, professora e gestora acadêmica. Graduada e pós-graduada em Design pela UFPE e mestre em História pela Unicap.
Em um mundo marcado pela mercantilização da vida e pelo agravamento da crise ecológica, diferentes tradições religiosas e espirituais resgatam a compreensão da Natureza como dimensão sagrada da existência. Esta mesa promoverá um diálogo intercultural e inter-religioso entre representantes de diferentes matrizes de fé, buscando compreender como suas tradições interpretam a relação entre humanidade e Natureza. A atividade pretende refletir sobre o potencial das espiritualidades para fomentar uma ética do cuidado, da responsabilidade ecológica e da convivência respeitosa entre todos os seres, contribuindo para processos de ressignificação cultural e fortalecimento dos Direitos da Natureza.
Cientista da religião, pesquisador do pluralismo religioso, educação, arte e comunicação.
Pastor do Movimento Nós na Criação e na Igreja Batista em Coqueiral, doutorando em Ciências da Religião na Unicap.
Monge beneditino, teólogo e escritor. É assessor das Comunidades Eclesiais de Base e de movimentos populares como o Movimento de Trabalhadores Sem-Terra (MST) e doutor honoris causa pela UFPB. Tem 68 livros publicados, dos quais o mais recente é Cartas de Amizade nos Caminhos do Bem-Viver. Ed. Recriar, 2026.
Doutoranda em Educação e mestre em Educação Popular, Comunicação e Cultura, é mestra da Cultura Popular e atua na Cultura em Pernambuco desde a década de 80. Inicialmente atuou no teatro como atriz e assistente de direção do teatrólogo e diretor Joacyr de Castro. Atua na formação de jovens e adultos como educadora de arte e cultura e ministra diversas palestras sobre a cultura afroindígena. Foi coordenadora do Ponto de Cultura Iroko (Sítio de Pai Adão). É coordenadora da Rede de Mulheres de Terreiro de Pernambuco. Coordenou, em Olinda (2014-2015), o projeto Mais Cultura nas Escolas visando a vivência das leis 10.639/2013 e 11.645/2008. É presidente do Centro de Cultura Afro Pai Adão e foi Chefe da Divisão Étnico-Racial e Chefe da Educação de Jovens e Adultos de Olinda. É coordenadora do GT Nacional dos Pontos de Cultura de Matriz Africana e participa da Rede Afro Ambiental. É presidente do Maracatu Nação Leão de Judá. Recebeu, em 2026, o título de Cidadã de Olinda.
Pertence ao povo Yepá Masã, da região do Alto Rio Negro, no Amazonas. Mãe, advogada e ativista, com trajetória marcada pela defesa das causas indígenas.
Maranhense radicado em Pernambuco, articulador político-religioso no ISER (Instituto de Estudos da Religião), bacharel em Direito, estudante de Licenciatura em Ciências Sociais na UFPE, educador popular, pessoa de fé na busca por justiça socioambiental e na defesa da democracia.
O ESCOFES é um projeto de extensão vinculado ao Instituto Humanitas Unicap. A iniciativa tem como objetivo promover e fortalecer práticas de economia solidária, articulando formação, comercialização e valorização de iniciativas populares de geração de trabalho e renda.
O projeto constitui um espaço de encontro entre produtores, artesãos, empreendedores solidários e a comunidade acadêmica, incentivando práticas baseadas na cooperação, na autogestão e na sustentabilidade. Dessa forma, o ESCOFES contribui para a formação cidadã e para o fortalecimento de redes solidárias, aproximando universidade e sociedade.
Mais do que um espaço de comercialização, o ESCOFES se configura como um ambiente de formação, diálogo e construção coletiva, reafirmando o compromisso da universidade com o desenvolvimento social, a dignidade do trabalho e a promoção de uma economia centrada nas pessoas.
A construção do olhar fotográfico documental acontece à medida em que o fotógrafo se permite inserir em determinadas realidades e deixar-se afetar por ela. Ao fazer isso, aprende a agradecer essa entrega generosa do outro ao se abrir para o olho mágico de sua câmera.
Este encontro entre fotógrafo e fotografado gera uma imbricação de tempos, espaços e experiências que serão tangíveis por meio do registro visual. O ensaio fotográfico que abre esta exposição e as atividades deste espaço do Museu da Universidade Católica de Pernambuco, denominado “Sobre Vivências”, procura contar a história dessa relação que ocorreu durante os anos de 2010 e 2011 no Estuário de Rio Formoso, pequena cidade do litoral sul pernambucano, a 89 quilômetros de Recife.
Um trabalho que começou despretensioso, mas que pouco a pouco a etnografia realizada ao longo desses quase dois anos foi revelando a importância do papel feminino para a continuidade da prática pesqueira daquela comunidade de pescadores e se concluiu com uma exposição no XIV Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (Colacmar), em novembro de 2011.
Os vários encontros com aquelas mulheres, em sua maioria marisqueiras, foram revelando a delicada malha de sentidos construída ao longo da história daquele grupo social que se dá ali, nas ondulações das águas acolhedoras do manguezal.
Sentidos que alimentam várias práticas sociais e que marcam as vivências e sobrevivências de adultos, jovens e crianças. Para contar sobre essas histórias de vida, o fotógrafo Paulo Maia optou por desenvolver o trabalho sob uma perspectiva etnográfica e elaborar visualmente uma estética em preto e branco, a fim de enfatizar as formas, contrastes e belezas ali encontradas.
São tantas histórias de vida que se cruzam pelas vias do mangue. Tantas lutas diárias. Tantos sonhos banhados por suas águas, fazendo o mangue se tornar uma espécie de fonte de energia criadora e criativa para essas mulheres que saem de suas casas em barco ou caminhando em meio às rasas margens do rio em busca de seu pão de cada dia.
São mulheres que, ao educar seus filhos nessa tradição, garantem a sobrevivência não somente de uma prática laboral, mas de todo um conjunto de valores, de símbolos, de hábitos, de uma cosmovisão, de formas de pensar e de construir sua própria história.


Doutora e Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela UFRJ/Museu Nacional e especialista em formação em Data Science, IA & Analytics (MBA USP/ESALQ), atua como Professora e Pesquisadora na Unicap, onde coordena o Museu de Arqueologia e Ciências Naturais e o Núcleo de Pesquisa em Arqueologia e História Natural. Atua com gestão de projetos e análise avançada de dados para resolver desafios em biociências, inovação e salvaguarda patrimonial. Com liderança em P&D, atua na interface entre ciência, tecnologia e impacto social. Possui experiência em gestão de acervos, modelagem de dados, bioestatística, monitoramento ambiental e tecnologias emergentes em Ciência e Cultura. Além de atuar pela equidade de gênero na ciência com o projeto Menina Faz Arte, Ciência e Cultura e em redes internacionais de cooperação.

Museóloga formada pela UFPE e atuo desde 2019 no Museu de Arqueologia e Ciências Naturais da UNICAP (MUSARQ/UNICAP), onde desenvolve e coordena ações de gestão museológica, conservação e documentação de acervos, pesquisa, exposições, projetos expográficos e educação museal. Sua experiência inclui inventários, catalogação, laudos técnicos, conservação preventiva, curadoria e desenvolvimento de ações educativas voltadas à arqueologia, às ciências naturais e ao patrimônio. No MUSARQ, também atua na coordenação da Divisão Museal, contribuindo para projetos de preservação, pesquisa, comunicação e valorização do patrimônio.
A crescente aproximação entre os Direitos Humanos e os Direitos da Natureza representa uma das mais importantes inovações do pensamento jurídico contemporâneo. Esta mesa discutirá marcos internacionais, decisões judiciais emblemáticas e experiências brasileiras que vêm ampliando a proteção jurídica dos ecossistemas. A partir de referências da Corte Interamericana de Direitos Humanos, de iniciativas legislativas e de casos concretos de Pernambuco, serão analisadas as possibilidades e desafios de incorporar os Direitos da Natureza nos sistemas jurídicos vigentes, fortalecendo instrumentos de defesa dos territórios, dos povos tradicionais e das futuras gerações.
Professor assistente da Unicap. É assessor do Arraial Programa de Clínicas Jurídicas da Escola de Ciências Jurídicas e coordenador da Clínica de Litigância Estratégica e Interesse Público (CLIP), com atuação nos sistemas internacionais de proteção dos direitos humanos, em especial da Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Pró-Reitora de Políticas Afirmativas e Povos Originários, é doutora em Direito pela Universidade Complutense de Madrid (Espanha). Mestra em Direito pela Universidade Nacional de Brasília. Professora de Direitos Humanos, Políticas Públicas e Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (PPGD) no Centro Universitário Dom Helder. Pesquisadora em Direitos da Natureza, Direitos Humanos e Políticas Públicas, Direito Ambiental e Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável. Líder do Grupo de Pesquisa do PPGD Direitos da Natureza e Educação Ecológica, membro do Grupo de Pesquisa Estratégico da Pan-Amazônia (Pan-Amazônia) e Presidenta da FIAN Brasil.
Professora e pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), doutora em Direito (Unicap) e mestra em Direito (UFPE). Como estudiosa da questão indígena, a sua tese de doutorado é sobre a criminalização dos movimentos indígenas a partir do pensamento decolonial (uma análise a partir dos povos Xukuru - Brasil e Mapuche - Chile). É colaboradora do Instituto Humanitas e uma das coordenadoras do NEABI/Unicap.
Advogada com formação em mediação humanista, mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável (UPE). Atua no fortalecimento de estratégias jurídicas junto a territórios e povos em resistência, sobretudo do nordeste indígena brasileiro.
Doutora em Desenvolvimento Urbano, professora e pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco, atuando em pesquisas relacionadas às mudanças climáticas, resiliência urbana e desastres.
Experimentar como os Direitos da Natureza (reconhecer a Natureza como um sujeito de direitos), os princípios éticos da Permacultura (Cuidar das Pessoas, Cuidar do Planeta e Partilha Justa) e os pilares da Sociocracia (Transparência, Equivalência e Eficácia) podem se complementar na construção de relações e decisões mais regenerativas, reconhecendo a Natureza como parte do sistema e não como um recurso à serviço dos seres humanos.
Ecoativista, permacultora e educadora socioambiental. Membro da Articulação Brasileira pelos Direitos da Natureza e da Aliança Global pelos Direitos da Natureza.
A crise climática e ambiental desafia os modelos econômicos que historicamente trataram a Natureza como fonte inesgotável de recursos. Esta oficina promoverá um diálogo entre movimentos sociais, experiências populares, pesquisadores e iniciativas inspiradas pela Economia de Francisco e Clara, buscando refletir sobre alternativas econômicas voltadas para a justiça social, a sustentabilidade e o bem viver. Serão discutidas práticas capazes de conciliar geração de renda, preservação ambiental e fortalecimento comunitário, contribuindo para a construção de economias comprometidas com os direitos humanos e os Direitos da Natureza.
Artesã e representante dos artesãos e organizadora do espaço ESCOFES.
Membra da Rede Autogestionária de Educação Popular em Economia Solidária e da Coordenação Nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária.
Professor da Escola Educação e Humanidades e colaborador do Instituto Humanitas Unicap.
Sociólogo, teólogo e filósofo, aposentado. Já foi professor na UFRPE, Faculdade Marista de Recife e Faculdade Frassinetti do Recife.
O ESCOFES é um projeto de extensão vinculado ao Instituto Humanitas Unicap. A iniciativa tem como objetivo promover e fortalecer práticas de economia solidária, articulando formação, comercialização e valorização de iniciativas populares de geração de trabalho e renda.
O projeto constitui um espaço de encontro entre produtores, artesãos, empreendedores solidários e a comunidade acadêmica, incentivando práticas baseadas na cooperação, na autogestão e na sustentabilidade. Dessa forma, o ESCOFES contribui para a formação cidadã e para o fortalecimento de redes solidárias, aproximando universidade e sociedade.
Mais do que um espaço de comercialização, o ESCOFES se configura como um ambiente de formação, diálogo e construção coletiva, reafirmando o compromisso da universidade com o desenvolvimento social, a dignidade do trabalho e a promoção de uma economia centrada nas pessoas.
A construção do olhar fotográfico documental acontece à medida em que o fotógrafo se permite inserir em determinadas realidades e deixar-se afetar por ela. Ao fazer isso, aprende a agradecer essa entrega generosa do outro ao se abrir para o olho mágico de sua câmera.
Este encontro entre fotógrafo e fotografado gera uma imbricação de tempos, espaços e experiências que serão tangíveis por meio do registro visual. O ensaio fotográfico que abre esta exposição e as atividades deste espaço do Museu da Universidade Católica de Pernambuco, denominado “Sobre Vivências”, procura contar a história dessa relação que ocorreu durante os anos de 2010 e 2011 no Estuário de Rio Formoso, pequena cidade do litoral sul pernambucano, a 89 quilômetros de Recife.
Um trabalho que começou despretensioso, mas que pouco a pouco a etnografia realizada ao longo desses quase dois anos foi revelando a importância do papel feminino para a continuidade da prática pesqueira daquela comunidade de pescadores e se concluiu com uma exposição no XIV Congresso Latino-Americano de Ciências do Mar (Colacmar), em novembro de 2011.
Os vários encontros com aquelas mulheres, em sua maioria marisqueiras, foram revelando a delicada malha de sentidos construída ao longo da história daquele grupo social que se dá ali, nas ondulações das águas acolhedoras do manguezal.
Sentidos que alimentam várias práticas sociais e que marcam as vivências e sobrevivências de adultos, jovens e crianças. Para contar sobre essas histórias de vida, o fotógrafo Paulo Maia optou por desenvolver o trabalho sob uma perspectiva etnográfica e elaborar visualmente uma estética em preto e branco, a fim de enfatizar as formas, contrastes e belezas ali encontradas.
São tantas histórias de vida que se cruzam pelas vias do mangue. Tantas lutas diárias. Tantos sonhos banhados por suas águas, fazendo o mangue se tornar uma espécie de fonte de energia criadora e criativa para essas mulheres que saem de suas casas em barco ou caminhando em meio às rasas margens do rio em busca de seu pão de cada dia.
São mulheres que, ao educar seus filhos nessa tradição, garantem a sobrevivência não somente de uma prática laboral, mas de todo um conjunto de valores, de símbolos, de hábitos, de uma cosmovisão, de formas de pensar e de construir sua própria história.


Doutora e Mestre em Ciências Biológicas (Zoologia) pela UFRJ/Museu Nacional e especialista em formação em Data Science, IA & Analytics (MBA USP/ESALQ), atua como Professora e Pesquisadora na Unicap, onde coordena o Museu de Arqueologia e Ciências Naturais e o Núcleo de Pesquisa em Arqueologia e História Natural. Atua com gestão de projetos e análise avançada de dados para resolver desafios em biociências, inovação e salvaguarda patrimonial. Com liderança em P&D, atua na interface entre ciência, tecnologia e impacto social. Possui experiência em gestão de acervos, modelagem de dados, bioestatística, monitoramento ambiental e tecnologias emergentes em Ciência e Cultura. Além de atuar pela equidade de gênero na ciência com o projeto Menina Faz Arte, Ciência e Cultura e em redes internacionais de cooperação.

Museóloga formada pela UFPE e atuo desde 2019 no Museu de Arqueologia e Ciências Naturais da UNICAP (MUSARQ/UNICAP), onde desenvolve e coordena ações de gestão museológica, conservação e documentação de acervos, pesquisa, exposições, projetos expográficos e educação museal. Sua experiência inclui inventários, catalogação, laudos técnicos, conservação preventiva, curadoria e desenvolvimento de ações educativas voltadas à arqueologia, às ciências naturais e ao patrimônio. No MUSARQ, também atua na coordenação da Divisão Museal, contribuindo para projetos de preservação, pesquisa, comunicação e valorização do patrimônio.
Os impactos das mudanças climáticas não afetam apenas territórios e ecossistemas, mas também a saúde física, emocional e espiritual das populações. Esta mesa discutirá temas emergentes como ecoansiedade, sofrimento psíquico relacionado aos desastres socioambientais e processos coletivos de reconstrução após situações de emergência. O debate reunirá especialistas em saúde mental, lideranças comunitárias e representantes de povos indígenas para refletir sobre diferentes concepções de cuidado e bem viver, explorando como perspectivas interculturais podem contribuir para uma compreensão mais ampla e integrada da saúde em tempos de crise ecológica.
Psicólogo e arte-educador - membro da Comunidade Indígena Carajá de Minas Gerais, integrante da Rede Nacional de Articulação de Indígenas em Contexto Urbano e Migrante e da Articulação Brasileira de Indígenas.
Psicóloga, doutora em Neurociências e Ciências do Comportamento pela UFPE, com experiência em gerenciamento de crises, emergências e desastres.
Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UPE e do Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública do Instituto Aggeu Magalhães/Fiocruz-PE. Suas pesquisas enfatizam a garantia do direito à saúde, na visibilização das vulnerabilidades sociais e socioambientais e na Determinação Social da Saúde de povos e comunidades tradicionais.
Agricultora familiar, integrante da comunidade Sítio Pau Ferro e da Escola dos Ventos. Aluna do bacharelado em Agroecologia pela UFRPE.
Psicólogo, doutor em Ciências Sociais, pós-doutor em Justiça Socioambiental em contextos de Desastres e Emergências e coordenador da Cátedra Laudato Si' (UNICAP).
Como construir cidades capazes de enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas sem aprofundar desigualdades sociais? Esta mesa reunirá pesquisadores, profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, urbanismo, comunicação e tecnologia para discutir soluções inovadoras voltadas à adaptação climática e à promoção da sustentabilidade urbana. Serão apresentadas experiências relacionadas ao direito à cidade, infraestrutura resiliente, educação ambiental, comunicação pública, inteligência artificial e inclusão de saberes indígenas nos processos de planejamento urbano. A atividade busca inspirar novas formas de pensar e construir cidades que respeitem os limites ecológicos e promovam qualidade de vida para todas as pessoas e para a Natureza.
Professora de Arquitetura e Urbanismo (Unicap).
Mulher indígena do povo Xucuru (Serra do Ororubá/PE). Graduanda em Serviço Social pela Unicap, membra do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) na Unicap e do Conselho Municipal de Direitos Humanos do Recife. Liderança mundial indígena reconhecida como KUNTAREKATU, tendo sido escolhida pelo Ministério dos Povos Indígenas para representar as pautas de sustentabilidade ambiental especificamente do Bioma Caatinga, na COP30. É coordenadora da Articulação de Mulheres Indígenas em Contexto Urbano de Pernambuco (AIMCUPE), promovendo ações de sensibilização e sustentabilidade junto a mulheres da periferia do bairro do Ibura.
Engenheira florestal, professora, mestra em Solos e doutora em Ciências Florestais. Estuda políticas ambientais e florestais especialmente as relativas a áreas verdes urbanas, conservação e manejo florestal e educação ambiental.
Professor com sólida experiência nos níveis técnico, graduação e pós-graduação. Atualmente é professor do curso de Ciência da Computação na Unicap. Atua na pesquisa científica como pesquisador (CAPES) e como investigador do Instituto Educação para Inovação (IEI). Com forte envolvimento na comunidade científica, atua ativamente como revisor de artigos, tendo também exercido a função de Chair da IEEE em 2024, além de já ter composto o corpo científico e editorial da revista S.Informe. Possui mestrado em Ciência da Computação (CIn-UFPE, 2011), especialização em Engenharia de Software com foco em Testes (CIn-UFPE, 2007) e graduação em Sistemas de Informação (FIR, 2007), complementados por uma formação técnica em Contabilidade (1997).
Arquiteta e Urbanista, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano da UFPE. Professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Católica de Pernambuco.
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